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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Hanamachi 2013

Olá, pessoal, nesse último fim de semana aconteceu em Joinville a 3ª edição do Hanamachi, que, pra quem não sabe ou não ouviu falar, é um evento que reúne as tradições e práticas japonesas com o gosto de juvenis por animes ou demais programações. É um evento com uma programação bem vasta, muita coisa pra comprar (no entanto com preços bem fora do comum) e muitas atrações que variam desde o fofo e delicado "Maid Café" até a arte marcial, que visa o equilíbrio entre corpo e mente, "Aikidô", passando por salas de RPG, games, exposição Steampunk, workshop de Língua Japonesa, sala dos Horrores, Para-para entre outros; tudo para entreter aqueles curtem tudo isso e reclamam que nunca tem nada em nossa cidade. Dentre essas, uma das atrações que talvez chame mais a atenção seja o desfile de cosplays (que pra quem não sabe, é a caracterização fiel de um personagem que se curta muito) e a apresentação individual ou em grupo (que geralmente é realizada por quem participou do desfile). Como eu não sou boba, muito menos de ferro, bati muitas fotos, algumas inclusive nessa etapa do evento, portanto me sinto no direito de colocá-las aqui, a fim de me exibir um pouco. É importante explicar que meu cosplay não é de um anime e sim de uma personagem da Walt Disney, a Mégara, mas é importante enfatizar que foi o próprio Disney, em pessoa, que inspirou Osamu Tezuka, que para os leigos, foi um dos maiores desenhistas de mangás de todos os tempos, tanto que revolucionou os traços, tornando-os da forma como conhecemos atualmente. Sua importância é tanta que é considerado o "Pai do Mangá". Só para esclarecer e ver se os críticos me deixam em paz! ;)


E esta foi a minha apresentação:


E lembrem-se: ano que vem tem mais uma edição, então se você se considera otaku, otome, ou simplesmente quer saber como é, participe, porque é um evento diferente e divertido!


sábado, 20 de julho de 2013

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

I Remain (Alanis Morissette)

Diretamente vinda das areias do deserto do "Príncipe da Pérsia", eis que chega ao "Letters" esta linda canção apresentada na marcante voz de Alanis Morissette "I Remain"! Aproveitem: E lembrem-se: "Dizem que algumas vidas estão ligadas através das gerações. Conectadas por um antigo chamado que ecoa através dos tempos. Destino." (Príncipe da Pérsia)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O ratinho mais famoso do mundo faz 91 anos

Olá povo, é hoje que o ratinho mais famoso, querido e adorável do mundo faz nada menos que 91 anos (e olha que nem parece, hein?!), claro que me refiro ao Mickey Mouse, primeiro e principal personagem do ilustríssimo Walt Disney, figura que eu admiro mais que profundamente, diga-se de passagem. Na realidade, Mickey Mouse surgiu, alguns anos antes, de um fato inusitado: em um dos primeiros empregos de Disney, ele ficava noite adentro desenhando, nas folgas, observava os ratinhos da garagem, em suas idas e vindas, especialmente um era mais atrevido e chegava até sua prancheta para apanhar restos de comida. Batizou o amiguinho de Mortimer Mouse, mas achou o nome muito pomposo para o cara e mudou para Mickey Mouse. Este era o único passatempo nas noites longas do desenhista. Em 1928, depois de inúmeras adversidades em sua carreira, Disney teve uma "revelação", deu um pulo e gritou: "Achei! Vou criar um personagem! Um rato! Mickey Mouse! Por que não pensei nisso antes?". Quando chegaram a Hollywood, o primeiro esquema do desenho já estava pronto. Despacharam o produto para o Leste, mas ninguém comprou. Fizeram um segundo Mickeye também não teve aceitação, pois acabara de ser lançado o primeiro filme sonoro. Produziu um terceiro, sonorizado, mas depois de pronto ninguém na cidade conseguiu sincronizar o som, e ele e o irmão tiveram que voltar a Nova Iorque, onde com sacrifício enorme, finalizaram o projeto utilizando um método que ele patenteara. Em 1932, "Steamboat Willie", foi o primeiro desenho animado sonoro totalmente sincronizado e quem fez a voz de Mickey foi o próprio Walt Disney. Depois de tudo isso, para celebrar todos esses anos de sucesso, juntamente com todo o empenho do seu idealizador, vale a pena relembrar essa joia da animação, com vocês, "Steamboat Willie":

sábado, 5 de janeiro de 2013

Chegando a 2 anos de "Letters"

Olá, pessoas, neste lindo sábado ensolarado o nosso querido blog "Letters to Juliet" completa mais um ano de existência, e uma data tão memorável merece ser comemorada adequadamente, certo?! Sem dúvidas, e para tal preparei um post especial! Como eu sempre faço questão de repetir sou uma fã incondicional de animações, mais precisamente de animações da Disney, conheço todas as músicas e a maior parte dos diálogos, e acredito que as mensagens mostradas nos desenhos, de força, união, boa vontade, diversão, esperança e realização de sonhos são fundamentais e gostaria eu que, em mais um ano de existência, fossem a base deste blog. Portanto encontrei esse vídeo com algumas das músicas que ainda fazem parte dos meus dias e os tornam bem melhores, para agraciar esse blog também e levar alegria a vocês leitores! Espero que gostem: Feliz 2º Aniversário, Letters!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O Aprendiz de Feiticeiro

Olá povo, nesse feriadão que veio depois do Halloween, eu ocasionalmente aluguei na locadora um filme que fez jus a data: "O Aprendiz de Feiticeiro" da Disney em parceria com os estudios de Jerry Bruckheimer. Tudo que tenho a dizer é: o filme vale a pena! Sério, tem muitos efeitos visuais bem feitos e também bem executados, já que cenas que envolvem fogo foram realmente feitas pelos próprios atores, um elenco bem escolhido, uma trilha sonora que se encaixa perfeitamente com o enredo, além da personificação de uma das cenas mais clássicas de todos os tempos do cinema: aquela do "Fantasia", onde o aprendiz manda os esfregões, as torneiras e demais utensilhos limparem tudo, com direito a música original. Vejam as duas cenas: Sobre a música que eu mencionei, a introdução ao som de violoncelos torna-a ainda mais delicada, comovente e apropriada, mas é melhor eu mostrar do que só descrever, confiram: Sobre a estória, Dave é um menino comum e inteligente que em um dia comum, em meio a um passeio escolar, vai parar em uma loja de artigos históricos, ele conhece o misterioso Baltazar Blake (Nicolas Cage), que lhe apresenta um anél cujo poder escolhe imediatamente o garoto, que na verdade é o primeiro merliniano. Bem, nessa ocasião o vilão Horvarth é libertado, uma batalha entre Baltazar e ele é travada, mas eles são tragados por um vaso que os aprisionará por 10 anos, Dave foge, mas ninguém acredita em seus relatos. Os 10 anos se passam, e Dave (Jay Baruchel) é um rapaz expert em física quântica e molecular. Rapidamente ele reencontra Becky (Teresa Palmer), um amor reprimido de infância, e, adivinhem só, Baltazar juntamente com seu arqui-inimigo. Após muito relutar, Dave inicia seu treinamento o que lhe aproxima considerávelmente de Becky. O que me fez gostar tanto do enredo é que ele foge um pouco do que estamos acostumados a ver, como feiticeiros totalmente sobre-humanos e cheios de firulas, o que se observa (e que o Baltazar mesmo explica) é que feiticeiros são pessoas que utilizam todo o cérebro, e que a ciência também se mistura a isso, tanto que salva a vida de Dave inúmeras vezes. Ainda, o cenário urbano novaiorquino dá um toque macabro e contemporâneo ao filme, sem torná-lo demasiadamente racional, pois claro, não seria esse o objetivo! Diante de tudo isso, eu ouso dizer que este filme é um épico!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"O que eu quero mais é ser rei" (The Kira Justice)

Bom Feriadão (pra quem assim como eu emendou, rs)!
Bem, caros amigos, o "Letters" entrou em um pequeno recesso, afinal a blogueira precisa descansar e pensar em novidades para o blog, né!? Mas esse período terminou e aqui estamos nós e "para nossa alegria", com novas publicações.
Desta vez eu trouxe (para fins de divulgação também) uma versão muito interessante de uma das músicas mais legais do filme mais amado de todos os tempos (pelo menos na minha opinião). Estou falando da versão de "O que eu quero mais é ser rei", feita pela banda The Kira Justice, que esteve ano passado agitando o Hanamachi. Esta música fez parte da trilha sonora de "O Rei Leão", a versão ficou irreverente e interessante, mas vou deixar que vocês mesmos tirem suas próprias conclusões:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Além da Alegria

Boa tarde pessoal!
Hoje muito me alegra comunicar que é o aniversário de 110 anos do ícone responsável por todos os meus maiores sonhos e por todos meus momentos mais divertidos, Walt Disney, acho crucial falar deste ser excepcional que cativou (e continua cativando) diversas gerações.
O mago das telas nasceu em 5 de dezembro de 1901, em Illinois, Chicago. Durante algum tempo chegoou a morar em uma fazenda, na qual teve contato com animais que mais tarde o inspirariam a criar seus personagens animados, aos 9 anos levantava cedinho para entregar jornaisnas cidades. Depois tentou a carreira de ator e ganhava 2 dólares para imitar Chaplin, nos teatros. Com quase 15 anos, se equilibrava nos vagões sacolejantes dos trens de Kansas a Chicago, vendendo balas, refrigerantes, maçãs, e revistas, gostava de seu trabalho pois significava viajar, encontrar pessoas, felizmente esta profissão também não vingou, já que o comilão comia os doces que deveria vender.
Voltando a Chicago, ele ficou um ano no ginásio, mas não foi um bom aluno, pois passava mais tempo desenhando do que estudando. Enquanto cursava o ginásio fazia um curso de caricaturas à noite. Contudo tanto a vocação de aluno quanto a de artista tiveram um baque, quando ele teve que trabalhar nos correios, com 16 anos tentou se alistar no exército mas foi rejeitado, acabou seguindo para a Europa, como motorista de ambulância da Cruz Vermelha, na 1ª Guerra Mundial, com somente 17 anos, nunca uma ambulância teve tantos desenhos em sua lataria, parecia um veículo camuflado!Nem mesmo uma guerra fizera o jovem Walt deixar a paixão de lado. Depois de suas experiências do outro lado do Atlântico, ele se considerou muito velho para voltar aos estudos. Queria trabalhar e optou pela arte, quando uma firma publicitária de Kansas City, especializada em revistas rurais, empregou-o para desenhar equipamentos, sacos de rações e animais dde fazenda. Na companhia onde continuava trabalhando aos 19 anos, ele só fazia esboços, e outros artistas mais graduados finalizavam, mas pelo menos conseguiu entrar na folha de pagamento da empresa, com 50 dólares mensais. Apesar de estar feliz com o trabalho, 3 meses depois estava desempregado!
Não desitiu, montou seu próprio negócio: em troca de desenhos gratuitos um editor lhe cedeu espaço na sua redação. Ali encontrou outro visionário e se tornaram sócios na produção de anúncios teatrais. Encotraram um anúncio de firma de publicidade em cinemas, e ele se candidatou sendo aceito com um salário de 35 dólares semanais. O sócio logo veio atrás e acabaram fazendo um desenho animado para o empregador. Este, por sua vez, permitiu que Walt levasse uma câmera velha e sem uso, e Walt montou um estúdio na garagem. Ali fez vários pequenos desenhos animados que vendeu a uma cadeia de cinemas locais. O serviço era estafante, ficava noites adentro desenhando. Nas folgas, observava os ratinhos da garagem, em suas idas e vindas, especialmente um que era mais atrevido e chegava até a apanhar restos de sua comida na sua prancheta.
Batizou o amiguinho de Mortimer Mouse, mas achou o nome muito pomposo para o cara e mudou para Mickey Mouse. Vejam só, o rato que se tornaria o mais famoso da história do cinema era o único amigo nas noites longas de desenhista.
Meses depois ele se demitiu novamente, e criou seu próprio negócio. Produziu 7 contos de fadas modernizados, todos vendidos a um distribuidor de Nova York. Todos ficaram radiantes mas, outro baque, o distribuidor quebrou...
Transtornado e afundado em dívidas, ele não sorria nem mais para as trapalhadas de Mickey. O que tinha, era fé nas suas ideiais, sabia que podia desenvolvê-las, mas não em Kansas, precisava ir para Hollywood, mas como se não tinha dinheiro nem para a passagem? Percorrendo as ruas, ele passou a tirar fotos de crianças, que vendia aos pais. Reuniu o valor da passagem e em agosto de 1923, chegou à terra do cinema, com um terno surrado, um blusão de lã, alguns materiais para desenho e 40 dólares. Teria passado fome, não fosse o irmão Roy, que já morava por lá. Os dois viviam num quartinho e comiam dividindo as coisas que conseguiam. Um dia, uma companhia cinematográfica sugeriu a ele, que mandasse  uma cópia do conto de fadas que levava sempre debaixo do braço, para a matriz em Nova Iorque. Surgiu o primeiro desenho de "Alice".  Entretanto ao se lançar em Nova Iorque para mostrar novos desenhos à empresa, aacabou dando com os burros n'água e foi despedido.
Walt se casara com Lillian Bounds uma das moças contratadas para ajudar no primeiro "Alice". Desolados os dois voltaram para a Califórnia sem saber o que fazer, até que em certa altura da viagem ele deu um pulo e gritou: "Achei! Vou criar um personagem! Um rato! Mickey Mouse! Por que não pensei nisso antes?"
Quando chegaram a Hollywood, o primeiro esquema do desenho já estava pronto. Despacharam o produto para o Leste, mas ninguém comprou. Fizeram um segundo Mickey e também não tiveram aceitação, pois acabara de ser lançado o primeiro filme sonoro. Resolveram então, quase falidos, produzir um terceiro, sonorizado, mas depois de pronto ninguém na cidade conseguiu sincronizar o som, e eles tiveram que voltar a Nova Iorque, onde, com sacrifício enorme, finalizaram o projeto, utilizando um método que ele patentearapouco antes e que até os anos 80 foi usado em todas as animações.
"Steamboat Willie", foi o primeiro desenho animado sonoro totalmente sincronizado e quem fez a voz do rato foi o próprio Walt Disney. Vivendo sem luxo, ele reinvestiu tudo que ganhou em novas técnica. Era perfeccionista. Foram surgindo masi personagens como o Pato Donald, Minnie e Pateta, sempre acompanhados por novidades musicais e com a utilização inovadora dos sons. Os curtas de Disney tornaram-se sucesso nos anos 30. Ele imediatamente ampliou seus estúdios, criando uma escola de treinamento de técnicos e desenhistas para lançar no mercado uma safra ímpar de animadores talentosos, o que o levou a criação do primeiro longa-metragem de animação, "Branca de Neve e os Sete Anões".
Em 1954, Disney entrou com sucesso na televisão, ainda incipiente em todo o mundo. Em 18 de julho de 1955, Disney abriu o complexo de entretenimento Disneylândia, perto de Hollywood, projetando ali todas as fantasias próprias, de seus filhos e netos. A ideia foi baseada num parque temático, que pudesse entreter toda a família, não só as crianças menores.
Casado e feliz durante 41 anos, este homem de hábitos simples criou o maior complexo de entretenimento até hoje construído, na Terra. Ele morreu de problemas circulatóriosno dia 15 de dezembro de 1966, admiração desperta até hoje. Na ocasião de sua morte, os estúdios já haviam produzido as excepcionais marcas de 21 longas animados, 493 curtas, 47 filmes de ação, 7 aventuras da vida natural ou selvagem, 330 horas de Mickey Mouse Club para a TV, 78 episódios da série Zorro pra TV, além de mais de 280 outros produtos. Sempre baseados no sonho do velho mestre, os sucessores de Disney abriram em 1971, em Orlando na Flórida um parque imensamente maior, o Disneyworld, que anos depois teve filiais funcionando em Tóquio, e em Paris. Disney tambémm sonhava em projetar a cidade do futuro, concretizada em 1982, em Disneyworld, chama-se Experimental Prototype Community of Tomorrow-EPCOT, com custo estimado em 900 milhões de dólares.
Além dos parques temáticos, a Disney criou e mantém uma universidade que reúne jovens artistas que procuram aprender o tradicional e as novas técnicase suas aplicações.
Aí está um pequeno relato da vida deste grande lutador que não se rendeu as dificuldades por maior que tivessem sido. E que por certo, a paixão a criar mundos encantados, para neles poder deixar vagar a imaginação de todas as crianças, que habitam dentro dos seres humanos, nunca desaparecerá. A humanidade precisa do sonho, como do alimento de seu dia-a-dia.