Boa Noite!
Só pra dizer que rolou ontem, dia 19, e hoje, dia 20, o Hanamachi (Cidade das Flores, em japonês), primeiro evento de cultura japonesa de Joinville. O evento trouxe elementos da história e tradição da cidade, como a personificação do príncipe e da orquidea, e contou com inúmeras atrações e curiosidades, como a participação do dublador do Homer Simpson: Waldir Sant'ana, o desfile de cosplay, teatro, bandas, salas de jogos e RPG, Anime-kê, stands com coisas fofas, pessoas legais entre outros. Quem foi e prestigiou não se arrependeu!
Foi legal rever e conhecer tanta gente de gostos tão incomuns, mas de alegria, criatividade e caráter sem igual, batemos muitas fotos, e ainda demos uma singela entrevista para a RBS.
Agradecimentos à Camila Knis, ao Shino (principe), a Estephani (menina orquídea), ao Gustavo, ao Pedro Kaworo, e a tantos outros, sem vocês esse evento nada seria.
Quero dizer que adorei participar e que a galera que organizou, se empenhou, e passou noites em claro trabalhando pelo evento, está de parabéns, valeu à pena tanto sofrimento, o resultando ficou demais e olha que é só o primeiro, ano que vem vai ser melhor!
A arte não muda o mundo.
Quem muda o mundo são as pessoas.
A arte muda as pessoas.
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domingo, 20 de novembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Primavera-A primeira juventude
Bom domingo!
Saudando a Primavera (que chegou dia 23 de setembro) com muitíssimas boas vindas, aproveito e escrevo sobre as flores, sim por que não escreveria se elas são as principais atrações desta bela e agradável estação, deixando tudo colorido e perfumado.
As flores têm uma linguagem própria e há toda uma tradição em torno delas. Nos tempos do romantismo, os apaixonados transmitiam seus sentimentos através das flores que davam às amadas. A riqueza da natureza permitia diálogos cheio de afeição, qualquer flor transmitia uma mensagem.
O hábito de expressar pensamentos e sentimentos através das flores veio do Oriente, mas esta tradição foi se perdendo nos tempos modernos de modo que apenas algumas poucas mensagens permaneceram conhecidas e foram incorporadas em nossa sociedade. Pouco sabemos dessa sensibilidade que as flores encerram, mas aqui no Letters o caro leitor conhecerá um pouquinho sobre esse fascinante mundo.
Saudando a Primavera (que chegou dia 23 de setembro) com muitíssimas boas vindas, aproveito e escrevo sobre as flores, sim por que não escreveria se elas são as principais atrações desta bela e agradável estação, deixando tudo colorido e perfumado.
As flores têm uma linguagem própria e há toda uma tradição em torno delas. Nos tempos do romantismo, os apaixonados transmitiam seus sentimentos através das flores que davam às amadas. A riqueza da natureza permitia diálogos cheio de afeição, qualquer flor transmitia uma mensagem.
O hábito de expressar pensamentos e sentimentos através das flores veio do Oriente, mas esta tradição foi se perdendo nos tempos modernos de modo que apenas algumas poucas mensagens permaneceram conhecidas e foram incorporadas em nossa sociedade. Pouco sabemos dessa sensibilidade que as flores encerram, mas aqui no Letters o caro leitor conhecerá um pouquinho sobre esse fascinante mundo.
- Açucena= inocência
- Álamo-branco= tempo
- Amor-perfeito= esperança
- Azaleia branca= romance
- Bétula= docilidade
- Botão de rosa branca= coração que não amou
- Calêndula= melancolia
- Camélia branca= formosura perfeita
- Camélia rosa= grandeza da alma
- Camélia vermelha= reconhecimento
- Cravo branco= amor ardente
- Cravo rosa= preferencia
- Crisântemo amarelo= amor frágil
- Crisântemo branco= verdade
- Dália amarela= união recíproca
- Dália lilás= tem piedade de mim
- Dália rosa= delicadeza
- Dracena= roubarei teu coração
- Ébano= obscuridade
- Figo em flor= pudor
- Flor de amendoa= esperança
- Flor de amora= sabedoria
- Flor de baunilia= calma
- Flor-de-lis= beleza atrativa
- Flor de lótus= aborrecimento
- Flor de maracujá= juventude
- Flor de romã= elegância
- Flor de tamarindo= orgulho
- Framboesa em flor= confiança
- Fucsia= fragilidade
- Gerânio de folha prateada= recordação
- Gerânio silvestre= devoção constante
- Girassol= opinião volúvel
- Hera= amizade
- Hortência= és de uma frieza
- Íris amarelo= fogo de amor
- Íris silvestre= notícias agradáveis
- Jacinto= afeto
- Jasmim= amabilidade
- Lavanda= confiança
- Lilás= primeiro amor
- Lilás silvestre= humildade
- Limoeiro em flor= desejo
- Lírio branco= pureza
- Madressilva= amor fraternal
- Magnólia= amor à natureza
- Malva real= fecundidade
- Margarida amarela= me amas?
- Margarida branca= esqueço o passado
- Miosótis= não me esqueças
- Mimosa= sensibilidade
- Morango em flor= carinho
- Narciso= vaidade
- Nardo= voluptuosidade
- Orquídea= beleza
- Papoula= sonho
- Peônia= vergonha
- Perpétua= amor eterno
- Petúnia= persuasão
- Ranúnculo= és muito atraente
- Resedá= não mereces meu carinho
- Rosa amarela= infidelidade
- Rosa branca= sigilo
- Rosa chá= gentileza
- Rosa vermelha e branca= o fogo dos teus olhos me aquece o coração
- Sabina= indiferença
- Sandalo= virtude
sábado, 20 de agosto de 2011
Além dos Sorrisos...
Bom Sábado!
Talvez muitos não tenham nascido na época de seus grandes feitos, ou nem tenham encontrado algum de seus trabalhos disponiveis por aí, ou talvez nunca tenham ouvido falar na vida! Mas achei essencial para um blog como este que houvesse no mínimo uma citação, ainda que singela, daquele que foi um dos maiores gênios do humor cinematográfico do Brasil e por que não dizer do mundo!
Me refiro a Amácio Mazzaropi, comediante, ator, cantor, escritor, produtor e diretor de cinema, ufa. Assisti ontem à noite mais um dos muitos filmes seus que já havia visto, e isso me inspirou muito para disseminar um pouquinho de sua história para que as pessoas conheçam e valorizem o talento brasileiro que ele foi por tantos anos. Suas obras eram comédias cheias de carisma e com um toque de sutileza (pra não dizer delicadeza), até quando maliciava ou questionava algo seu sarcasmo caía como que de forma inocente, como que se ele tivesse dito "sem querer". Possuía aquele sorriso safado, típico de matuto do interior, que o acompanhou ao longo de toda a sua vida.
Mesmo os que criticavam seus filmes, chamando-os de medíocres se renderam e disseram que Mazzaropi era inteligentíssimo e em vários aspectos inquestionável. Ele alcançou no cinema o mais alto nível de sua arte, é hoje sem nenhum favor, um artista de categoria mundial.
Filho de descendentes de italianos e portugueses, o mundo recebeu em 9 de abril de 1912 de braços abertos esta figuraça, nasceu na casa da família em Santa Cecíclia, SP. Pelo fato dos pais trabalharem muito o pequeno Amácio teve que morrar uma temporada com seus avós maternos, seu avô português adorava tocar viola, dançar, e animar festas, quando o menino tinha 6 anos, vibrou ao ver o avô se apresentar com sua violinha na Estação Central do Brasil. infelizmente seu avô morreu quando amácio tinha apenas 10 anos. Sempre foi um bom aluno e como gostava muito de poesia, tornou-se o centro das atenções na escola.
Frequentava todos os circos da cidade e não escondia o desjo de fazer parte de um deles, os pais eram contra e o mandaram para Curitiba para morar com o tio Domingos, quando voltou com 14 anos o sonho de ser artista circense permanecia vivo, conheceu um faquir do Circo La Paz e foi viajar com a companhia. Volto a morar em Taubaté com os pais e fez teatro desta vez como ator e diretor no salão do Externato Sagrado Coração de Maria. Em 1932 estreou na Troupe Carrara, no Cine Theatro Polyetheama com a comédia "Herança do Padre João". 1934 pareceu ser o ano de Mazzaropi em 30 de março ingressou na Troupe Olga Crutt uma das mais famosas e aplaudidas do país, o prestígio de Amácio foi tanto que em pouco tempo o nome desta companhia virou "Troupe Mazzaropi".
Viajou e trabalhou muito. Em 18 de setembro de 1950 foi inaugurada a primeira emissora de televisão brasileira, a TV Difusora de São Paulo, convidado para o show de estreia, Mazzaropi tornou-se o primeiro humorista na TV. Apresentou um programa com a atriz Geni Prado chamado "Racho Alegre",e ía ao ar toda a quarta-feira patrocinado pela Philco. Em 51 ele foi enviado para a inauguração da Tv Tupi e foi apresentado como "o maior caipira do rádio brasileiro".
Ainda em 51 uns diretores estavam no Nick Bar em São Paulo e viram Mazzaropi na TV, resolveram chamá-lo para fazer um teste na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, entre muitos candidatos, Mazzaropi foi escolhido e contratado para filmar "Sai da Frente", a esta altura já estava com 39 anos. A estreia no cinema projetou sua carreira artística, famoso, sua vida passou a ser contada em capítulos no jornal "A Hora". A Companhia Vera Cruz acelerou a produção de um novo filme: "Nadando em Dinheiro", em 27 de Outubro estreou em 36 cinemas de São Paulo e o ator tornou-se uma máquina de ganhar dinheiro.
Após a crise que fez falir a companhia, e a gravação de outros filmes da Fama Filmes e Produções, Mazzaropi achou que era hora de investir alto e criar sua própria produtora, a Produções Amácio Mazzaropi (P.A.M. Filmes). Com recursos próprios, iniciou as filmagens de "Chofer de Praça", para produzir o filme ele vendeu a casa, carro e tudo o que podia para alugar os estúdios e equipamentos da Companhia Vera Cruz.
Além de produzir, passou a cuidar do lançamento e distribuição de seus filmes por todo Brasil, controlando na bilheteria, o resultado final. Estava com 46 anos. Em 61 ele adquiriu os 184 alqueires da Fazenda da Santa em Taubaté e iniciou a construção do seu primeiro estúdio. Realizou "Tristeza do Jeca", o priimeiro filme colorido com revelação e trucagem feitas na Cidade do México, pela primeira vez, um filme seu foi exibido na TV, no Festival de Cinema Brasileiro da TV Excelsior, em outubro. No final de 1962 filmou seu grande sucesso "Jeca Tatu" pelo qual ficou reconhecido. Logo após iniciou as filmagens de "As Aventuras de Pedro Malasartes", obra que marcou sua estreia na direção.
Em 1966 foi homenageado no terceiro Festival do Cinema Brasileiro de Teresópolis e recebeu também o Troféu de Simpatia Popular no Programa Silvio Santos. Produziu " No Paraíso das Solteironas" filme que em 1 ano chegou a render a cifra astronômica de 2 bilhões e 650 milhões de cruzeiros, algo sobrenatural para a época. Enquanto Amácio fazia filmes para o público, os eternos descontentes com o cinema brasileiro produziam filmes para meia dúzia de intelectuais e depois choravam as dívidas.
Em 1971 produziu "O Grande Xerife", quase ao mesmo tempo que filmou "Um Caipira em Bariloche", sua 25a obra cinematográfica com belíssimas cenas gravadas na Argentina. Filmou "Portugal, Minha Saudade", no Brasil e além mar. Fez em 75 "Jeca Contra o Capeta". O ano marcou o início das construções do novo estúdio localizado no Bairro dos Remédios, em Taubaté, numa área de 160 mil metros quadrados, o novo local levou o nome de Hotel Studio Pam Filmes , e existe até hoje com um museu sobre toda a trajetória de seu criador. A maioria dos seus filmes foi filmados em sua própria fazenda.
Em 1979 já bastante debilitado por uma doença, fez "O Jeca e a Égua Milagrosa", seu 32o e último filme pois em 1980, depois do lançamento da fita, começou a produção de "Maria Tomba Homem", obra jamais realizada, pois em 13 de junho de 1980 no Hospital Albert Eistein, aos 69 anos morreu nosso eterno caipira de um câncer chamado septicemia. No mesmo dia foi sepultado em Pindamonhangaba, no Cemitério Municipal da Cidade, onde seu pai já estava enterrado.
Nunca se casou pois não acreditava nas pessoas e nem que gostavam dele sinceramente, seu único descendente foi seu filho adotivo Péricles Mazzaropi que ficou com uma parte de seus bens, as outras partes foram distribuídas aos amigos, o Hotel e Museu continuam preservado em seu bom gosto original.
Me despeço por fim reafirmado que Mazzaropi fazia filmes para o povo, com acabamento técnico perfeito, mas temas populares. Enquanto isso, os gênios intelectuais gastavam milhões, em obras destinnadas a meia dúzia de embevecidos cinéfilos amargando depois prejuízos astronômicos e culpando, como até hoje fazem, o governo, pelos fracassos!
Talvez muitos não tenham nascido na época de seus grandes feitos, ou nem tenham encontrado algum de seus trabalhos disponiveis por aí, ou talvez nunca tenham ouvido falar na vida! Mas achei essencial para um blog como este que houvesse no mínimo uma citação, ainda que singela, daquele que foi um dos maiores gênios do humor cinematográfico do Brasil e por que não dizer do mundo!
Me refiro a Amácio Mazzaropi, comediante, ator, cantor, escritor, produtor e diretor de cinema, ufa. Assisti ontem à noite mais um dos muitos filmes seus que já havia visto, e isso me inspirou muito para disseminar um pouquinho de sua história para que as pessoas conheçam e valorizem o talento brasileiro que ele foi por tantos anos. Suas obras eram comédias cheias de carisma e com um toque de sutileza (pra não dizer delicadeza), até quando maliciava ou questionava algo seu sarcasmo caía como que de forma inocente, como que se ele tivesse dito "sem querer". Possuía aquele sorriso safado, típico de matuto do interior, que o acompanhou ao longo de toda a sua vida.
Mesmo os que criticavam seus filmes, chamando-os de medíocres se renderam e disseram que Mazzaropi era inteligentíssimo e em vários aspectos inquestionável. Ele alcançou no cinema o mais alto nível de sua arte, é hoje sem nenhum favor, um artista de categoria mundial.
Filho de descendentes de italianos e portugueses, o mundo recebeu em 9 de abril de 1912 de braços abertos esta figuraça, nasceu na casa da família em Santa Cecíclia, SP. Pelo fato dos pais trabalharem muito o pequeno Amácio teve que morrar uma temporada com seus avós maternos, seu avô português adorava tocar viola, dançar, e animar festas, quando o menino tinha 6 anos, vibrou ao ver o avô se apresentar com sua violinha na Estação Central do Brasil. infelizmente seu avô morreu quando amácio tinha apenas 10 anos. Sempre foi um bom aluno e como gostava muito de poesia, tornou-se o centro das atenções na escola.
Frequentava todos os circos da cidade e não escondia o desjo de fazer parte de um deles, os pais eram contra e o mandaram para Curitiba para morar com o tio Domingos, quando voltou com 14 anos o sonho de ser artista circense permanecia vivo, conheceu um faquir do Circo La Paz e foi viajar com a companhia. Volto a morar em Taubaté com os pais e fez teatro desta vez como ator e diretor no salão do Externato Sagrado Coração de Maria. Em 1932 estreou na Troupe Carrara, no Cine Theatro Polyetheama com a comédia "Herança do Padre João". 1934 pareceu ser o ano de Mazzaropi em 30 de março ingressou na Troupe Olga Crutt uma das mais famosas e aplaudidas do país, o prestígio de Amácio foi tanto que em pouco tempo o nome desta companhia virou "Troupe Mazzaropi".
Viajou e trabalhou muito. Em 18 de setembro de 1950 foi inaugurada a primeira emissora de televisão brasileira, a TV Difusora de São Paulo, convidado para o show de estreia, Mazzaropi tornou-se o primeiro humorista na TV. Apresentou um programa com a atriz Geni Prado chamado "Racho Alegre",e ía ao ar toda a quarta-feira patrocinado pela Philco. Em 51 ele foi enviado para a inauguração da Tv Tupi e foi apresentado como "o maior caipira do rádio brasileiro".
Ainda em 51 uns diretores estavam no Nick Bar em São Paulo e viram Mazzaropi na TV, resolveram chamá-lo para fazer um teste na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, entre muitos candidatos, Mazzaropi foi escolhido e contratado para filmar "Sai da Frente", a esta altura já estava com 39 anos. A estreia no cinema projetou sua carreira artística, famoso, sua vida passou a ser contada em capítulos no jornal "A Hora". A Companhia Vera Cruz acelerou a produção de um novo filme: "Nadando em Dinheiro", em 27 de Outubro estreou em 36 cinemas de São Paulo e o ator tornou-se uma máquina de ganhar dinheiro.
Após a crise que fez falir a companhia, e a gravação de outros filmes da Fama Filmes e Produções, Mazzaropi achou que era hora de investir alto e criar sua própria produtora, a Produções Amácio Mazzaropi (P.A.M. Filmes). Com recursos próprios, iniciou as filmagens de "Chofer de Praça", para produzir o filme ele vendeu a casa, carro e tudo o que podia para alugar os estúdios e equipamentos da Companhia Vera Cruz.
Além de produzir, passou a cuidar do lançamento e distribuição de seus filmes por todo Brasil, controlando na bilheteria, o resultado final. Estava com 46 anos. Em 61 ele adquiriu os 184 alqueires da Fazenda da Santa em Taubaté e iniciou a construção do seu primeiro estúdio. Realizou "Tristeza do Jeca", o priimeiro filme colorido com revelação e trucagem feitas na Cidade do México, pela primeira vez, um filme seu foi exibido na TV, no Festival de Cinema Brasileiro da TV Excelsior, em outubro. No final de 1962 filmou seu grande sucesso "Jeca Tatu" pelo qual ficou reconhecido. Logo após iniciou as filmagens de "As Aventuras de Pedro Malasartes", obra que marcou sua estreia na direção.
Em 1966 foi homenageado no terceiro Festival do Cinema Brasileiro de Teresópolis e recebeu também o Troféu de Simpatia Popular no Programa Silvio Santos. Produziu " No Paraíso das Solteironas" filme que em 1 ano chegou a render a cifra astronômica de 2 bilhões e 650 milhões de cruzeiros, algo sobrenatural para a época. Enquanto Amácio fazia filmes para o público, os eternos descontentes com o cinema brasileiro produziam filmes para meia dúzia de intelectuais e depois choravam as dívidas.
Em 1971 produziu "O Grande Xerife", quase ao mesmo tempo que filmou "Um Caipira em Bariloche", sua 25a obra cinematográfica com belíssimas cenas gravadas na Argentina. Filmou "Portugal, Minha Saudade", no Brasil e além mar. Fez em 75 "Jeca Contra o Capeta". O ano marcou o início das construções do novo estúdio localizado no Bairro dos Remédios, em Taubaté, numa área de 160 mil metros quadrados, o novo local levou o nome de Hotel Studio Pam Filmes , e existe até hoje com um museu sobre toda a trajetória de seu criador. A maioria dos seus filmes foi filmados em sua própria fazenda.
Em 1979 já bastante debilitado por uma doença, fez "O Jeca e a Égua Milagrosa", seu 32o e último filme pois em 1980, depois do lançamento da fita, começou a produção de "Maria Tomba Homem", obra jamais realizada, pois em 13 de junho de 1980 no Hospital Albert Eistein, aos 69 anos morreu nosso eterno caipira de um câncer chamado septicemia. No mesmo dia foi sepultado em Pindamonhangaba, no Cemitério Municipal da Cidade, onde seu pai já estava enterrado.
Nunca se casou pois não acreditava nas pessoas e nem que gostavam dele sinceramente, seu único descendente foi seu filho adotivo Péricles Mazzaropi que ficou com uma parte de seus bens, as outras partes foram distribuídas aos amigos, o Hotel e Museu continuam preservado em seu bom gosto original.
Me despeço por fim reafirmado que Mazzaropi fazia filmes para o povo, com acabamento técnico perfeito, mas temas populares. Enquanto isso, os gênios intelectuais gastavam milhões, em obras destinnadas a meia dúzia de embevecidos cinéfilos amargando depois prejuízos astronômicos e culpando, como até hoje fazem, o governo, pelos fracassos!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Coming Soon Nando Reis
Bom dia chuvoso!
Ele, juntamente com Os Infernais, estará aqui no próximo sábado, dia 13 de agosto, no teatro da Liga de Sociedade, com o espetáculo "Bailão do Ruivão". Por esse mesmo motivo pagarei um tributo a esta grande figura da música brasileira, vem aí Nando Reis:
Ele, juntamente com Os Infernais, estará aqui no próximo sábado, dia 13 de agosto, no teatro da Liga de Sociedade, com o espetáculo "Bailão do Ruivão". Por esse mesmo motivo pagarei um tributo a esta grande figura da música brasileira, vem aí Nando Reis:
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
L' Amour (Carla Bruni)
Boa sexta-feira ensolarada!
Ela por si só despensa comentários, estou falando da bela primeira dama, instrumentista e cantora francesa Carla Bruni. Por algum motivo uma música em especial e sua tradução me chamou muito a atenção, trata-se de L'amour. Deixem que a música diga tudo:
Ela por si só despensa comentários, estou falando da bela primeira dama, instrumentista e cantora francesa Carla Bruni. Por algum motivo uma música em especial e sua tradução me chamou muito a atenção, trata-se de L'amour. Deixem que a música diga tudo:
sábado, 30 de julho de 2011
Balanço Geral do Festival de Dança
Bom Sábado!
Como muitos já sabem (ou não) hoje, dia 30 de julho, termina mais um Festival de Dança de Joinville, este que desde 2005 é (segundo o Guines Book) o maior festival de dança do mundo, e que em sua vigésima nona edição, literalmente mexeu o coreto do Centreventos, e de diversos palcos abertos espalhados pela cidade.
Para mim, falar de dança é sempre algo especial, já que pratico esta arte há 14 anos, tendo iniciado minha "carreira" num grupo étnico folclórico (o saudoso Raio de Sol) com meus 8 aninhos, toda gordinha e desengonçada. Por isso mesmo que não posso deixar que esse glorioso evento passe despercebido, então aí vão algumas informações e um pequeno balanço geral sobre os números que este festival movimentou:
Primeiramente, é importante ressaltar que foram 6.500 participantes de nada menos que 347 grupos, de diferentes modalidades, entre elas: ballet, jazz, contemporâneo, sapateado, danças populares, danças urbanas, com todas as categorias: junior, sênior, avançado.
Foram gerados 600 empregos na cidade, apenas diretos (isso sem mencionar os indiretos).
Este ano o festival contou com algumas novidades como mais palcos abertos espalhados pela cidade e até fora dela, como em Jaraguá, por exemplo, também como o Pedal Tur, que ofereceu passeios de bicicleta guiados pela cidade aos participantes, e o Gran Pri, que será uma extensão do Festival e acontecerá em Paulínea, SP, destinado aos grupos campeões, de 12 a 16 de Outubro. Contou inclusive com novas oficinas de dança e expressão corporal. Além da Noite de Abertura que contou com a Cia. de Dança Débora Colker trazendo seu espetáculo "Tatyana".

Também a Noite de Gala ficou por conta do Balé Teatro Castro Alves, vindo da Bahia, com seu espetáculo "A quem possa interessar". O peculiar dessa Cia. é que a idade mínima dos bailarinos é 35 anos (viu como não há idade para começar a dançar)

Outro destaque foi a Associação de Balé para Cegos Fernanda Bianchini, que mais uma vez mostrou que a arte não conhece limites. Infelizmente um dos integrantes deste grupo morreu durante o festival, vítima de uma pneumonia, poucos dias antes de sua apresentação, não concretizando seu desejo de participar.

Hoje será a Noite dos Campões, com a mostra dos Grupos que fizeram bonito e conquistaram seu "lugar ao sol". Haverá de tudo, um grande resumo do que por 11 dias agitou a plateia. Estarei lá conferindo de perto, rs.
Como muitos já sabem (ou não) hoje, dia 30 de julho, termina mais um Festival de Dança de Joinville, este que desde 2005 é (segundo o Guines Book) o maior festival de dança do mundo, e que em sua vigésima nona edição, literalmente mexeu o coreto do Centreventos, e de diversos palcos abertos espalhados pela cidade.
Para mim, falar de dança é sempre algo especial, já que pratico esta arte há 14 anos, tendo iniciado minha "carreira" num grupo étnico folclórico (o saudoso Raio de Sol) com meus 8 aninhos, toda gordinha e desengonçada. Por isso mesmo que não posso deixar que esse glorioso evento passe despercebido, então aí vão algumas informações e um pequeno balanço geral sobre os números que este festival movimentou:
Primeiramente, é importante ressaltar que foram 6.500 participantes de nada menos que 347 grupos, de diferentes modalidades, entre elas: ballet, jazz, contemporâneo, sapateado, danças populares, danças urbanas, com todas as categorias: junior, sênior, avançado.
Foram gerados 600 empregos na cidade, apenas diretos (isso sem mencionar os indiretos).
Este ano o festival contou com algumas novidades como mais palcos abertos espalhados pela cidade e até fora dela, como em Jaraguá, por exemplo, também como o Pedal Tur, que ofereceu passeios de bicicleta guiados pela cidade aos participantes, e o Gran Pri, que será uma extensão do Festival e acontecerá em Paulínea, SP, destinado aos grupos campeões, de 12 a 16 de Outubro. Contou inclusive com novas oficinas de dança e expressão corporal. Além da Noite de Abertura que contou com a Cia. de Dança Débora Colker trazendo seu espetáculo "Tatyana".
Também a Noite de Gala ficou por conta do Balé Teatro Castro Alves, vindo da Bahia, com seu espetáculo "A quem possa interessar". O peculiar dessa Cia. é que a idade mínima dos bailarinos é 35 anos (viu como não há idade para começar a dançar)
Outro destaque foi a Associação de Balé para Cegos Fernanda Bianchini, que mais uma vez mostrou que a arte não conhece limites. Infelizmente um dos integrantes deste grupo morreu durante o festival, vítima de uma pneumonia, poucos dias antes de sua apresentação, não concretizando seu desejo de participar.
Hoje será a Noite dos Campões, com a mostra dos Grupos que fizeram bonito e conquistaram seu "lugar ao sol". Haverá de tudo, um grande resumo do que por 11 dias agitou a plateia. Estarei lá conferindo de perto, rs.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Tata Silveira
Da série "Grandes Poetizas", hoje lhes trarei uma promissora poetiza que por sinal é uma grande amiga minha, prova de que não precisamos ir muito longe para encontrar grandes talentos e performances exóticas!
Acredito mesmo no potencial dessa "menina prodígio" (ou podregio, ela sabe porque...). Então como sou fã numero 0, vou publicar um de seus trabalhos aqui, assim quando ela for muito famosa poderei dizer de boca cheia: "Eu fui uma das principais incentivadoras de Tata Silveira" rsrs.
Caso você leitor não entenda, é importante ressaltar que este poema fala de amizade, de momentos exclusivos e tradições internas:
Tamarindo Helenístico
Andar de ônibus, plantando bananeira,
Se aquele cara pode, de qualquer maneira
Sempre falando besteira,
podemos também, numa qualquer-feira.
Subir no ônibus pro Iririú,
Via Jaracuçu!
De Norte a Sul.
Que me lembra azul!
Desmaio e parto simulado,
E você sempre ao meu lado,
Vestida de peru assado (?!)
É só ônibus, eu devia ter parado!
Subir no ônibus pro Iririú,
Via Jaracuçu!
De Norte a Sul.
Que me lembra azul!
Olhe o céu pela sua janela,
E veja essa manhã tão bela,
Perfeita pra fazer um tapete, donzela,
Coloque o trigo na panela...
Pulei corda, ai meu joelho...
Não mate coelho (rima com joelho)
Comtemple pois seu espelho,
Pois para ela o sul é vermelho!
Esta é uma singela homenagem em virtude de seu aniversário, que foi no último dia 28 de junho, espero que você goste Tata!
P.s. E vai acabando mais um mês
Acredito mesmo no potencial dessa "menina prodígio" (ou podregio, ela sabe porque...). Então como sou fã numero 0, vou publicar um de seus trabalhos aqui, assim quando ela for muito famosa poderei dizer de boca cheia: "Eu fui uma das principais incentivadoras de Tata Silveira" rsrs.
Caso você leitor não entenda, é importante ressaltar que este poema fala de amizade, de momentos exclusivos e tradições internas:
Tamarindo Helenístico
Andar de ônibus, plantando bananeira,
Se aquele cara pode, de qualquer maneira
Sempre falando besteira,
podemos também, numa qualquer-feira.
Subir no ônibus pro Iririú,
Via Jaracuçu!
De Norte a Sul.
Que me lembra azul!
Desmaio e parto simulado,
E você sempre ao meu lado,
Vestida de peru assado (?!)
É só ônibus, eu devia ter parado!
Subir no ônibus pro Iririú,
Via Jaracuçu!
De Norte a Sul.
Que me lembra azul!
Olhe o céu pela sua janela,
E veja essa manhã tão bela,
Perfeita pra fazer um tapete, donzela,
Coloque o trigo na panela...
Pulei corda, ai meu joelho...
Não mate coelho (rima com joelho)
Comtemple pois seu espelho,
Pois para ela o sul é vermelho!
Esta é uma singela homenagem em virtude de seu aniversário, que foi no último dia 28 de junho, espero que você goste Tata!
P.s. E vai acabando mais um mês
sábado, 25 de junho de 2011
Aprendizados com "Mi Muñequita"
Olá pessoas!!!
Bem, hoje neste sábado de feriadão, um tanto obscuro, aprenderemos sobre peças de teatro e suas mensagens subliminares estonteantemente úteis. Uma em especial me chamou a atenção, trata-se de Mi Muñequita, um drama-comédia muito interessante e até agoniante que assisti com uns amigos em 2009, no SESC (na época que o sucesso não tinha subido a cabeça e a peça era com entrada franca!).
Valorize mais o teatro, é uma boa alternativa de entretenimento e... aprendizados:
Bem, hoje neste sábado de feriadão, um tanto obscuro, aprenderemos sobre peças de teatro e suas mensagens subliminares estonteantemente úteis. Uma em especial me chamou a atenção, trata-se de Mi Muñequita, um drama-comédia muito interessante e até agoniante que assisti com uns amigos em 2009, no SESC (na época que o sucesso não tinha subido a cabeça e a peça era com entrada franca!).
Valorize mais o teatro, é uma boa alternativa de entretenimento e... aprendizados:
- Bonecas também são gente e exigentes de atenção.
- Madre é Mãe (em espanhol, claro).
- A carne junto ao osso é sempre a mais gostosa.
- Lobos podem comer seus filhotes adotivos, porque é isso que eles fazem.
- Uma maneira eficaz de matar a própria mãe, é chegar diante dela e admitir: "Eu sou Lésbica".
- Na falta de mateiral de leitura, quando se vai ao banheiro, a embalagem de desodorante quebra um galho fenomenal.
- Não se deve morar com o cunhado, principalmente se o mesmo já foi seu namorado, e o fim não foi amistoso.
- A culpa das crianças serem retardadas é toda das bonecas.
- Jardins são feitos com objetivo de ocultar cadáveres.
- Por mais que a bundinha da menina seja bonita, ainda é da menina.
- "Todas las promessas de mi amor se irán contigo".
- A censura não é 14 anos, nem aqui, nem no Quirguistão.
P.s. Daqui a 6 meses é Natal!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Retrospectiva FEMUSC 2011!
Alô amigos!
Assim como salientei a abertura desse maravilhoso festival, achei justo homenagear o encerramento, que aconteceu neste sábado dia 5 de fevereiro contando inclusive com a presença de autoridades políticas, para desse modo fechar com chave de ouro o assunto!
Pois bem gostaria de fazer minha avaliação particular, desde o quesito transporte de todos os dias até o dos grandes concertos. A Laís, o Nuno, e eu enfrentamos alguns obstáculos como ruas esburacadas e interditadas, cuidados veterinários, crises estomacais, chuvas, congestionamentos que pareciam infindáveis... mas ainda assim (mesmo que atrasados) isso não foi suficiente para nos impedir de ir aos ensaios e concertos todos os santos dias, nossas viagens eram regadas a risadas, besteiras e possíveis salgadinhos!
Quando chegávamos nos ensaios falo por mim que me sentia muito bem, aprendi muito, me esforcei muito e conheci melhor pessoas que tem muito a oferecer tanto profissionalmente quanto afetivamente, meus agradecimentos ao maestro Sérgio Figueiredo (que batia tanto na tecla de articulação que me fez melhorar visivelmente), aos estudantes de música da UDESC de Floripa: Vanilda, Igor e Miguel (que regeram e ajudaram a sanar certas dúvidas individuais), à preparadora vocal Débora e a minha primeira e querida maestrina Liara que sem ela eu jamais conheceria e participaria do evento, na verdade sem ela eu jamais cantaria qualquer coisa!
Os concertos foram bastante impressionantes, está certo de que sou um tanto leiga no assunto, mas os participantes se mostraram bem centrados naquilo que foram fazer. As noites que mais me chamaram a atenção foi a do "Concerto das Nações", com músicas de 8 países representados, já era de se esperar que com 31 países participantes, ouvesse um espetáculo desse caracter, pena que foi mostrado apenas uma pequena parcela diante de tantas tradições contidas ali. Apreciei as 17 harpas que me agraciaram com "Terezinha de Jesus", "Cristo Alegria dos Homens" entre outros. A Banda Sinfônica foi muito divertida e trouxe algo que eu não havia visto até então: um xilofonista como solista. E o que falar de uma chinesinha de apenas 11 anos que com seu sorrisinho meigo e postura confiante fez o teatro lotar, e fez 6 pessoas entrarem pela entrada dos músicos, pois os ingressos estavam esgotados, essa foi Sophia Chan. Mas o que eu mais gostei foi a sensação de cantar em dois concertos diante de tanta gente, não pelo glamour, mas por fazer minha parte e me sentir útil ajudando um grupo que já era bom por sí só.
Preparem-se pois em 2012 lá vamos nós de novo!
Assim como salientei a abertura desse maravilhoso festival, achei justo homenagear o encerramento, que aconteceu neste sábado dia 5 de fevereiro contando inclusive com a presença de autoridades políticas, para desse modo fechar com chave de ouro o assunto!
Pois bem gostaria de fazer minha avaliação particular, desde o quesito transporte de todos os dias até o dos grandes concertos. A Laís, o Nuno, e eu enfrentamos alguns obstáculos como ruas esburacadas e interditadas, cuidados veterinários, crises estomacais, chuvas, congestionamentos que pareciam infindáveis... mas ainda assim (mesmo que atrasados) isso não foi suficiente para nos impedir de ir aos ensaios e concertos todos os santos dias, nossas viagens eram regadas a risadas, besteiras e possíveis salgadinhos!
Quando chegávamos nos ensaios falo por mim que me sentia muito bem, aprendi muito, me esforcei muito e conheci melhor pessoas que tem muito a oferecer tanto profissionalmente quanto afetivamente, meus agradecimentos ao maestro Sérgio Figueiredo (que batia tanto na tecla de articulação que me fez melhorar visivelmente), aos estudantes de música da UDESC de Floripa: Vanilda, Igor e Miguel (que regeram e ajudaram a sanar certas dúvidas individuais), à preparadora vocal Débora e a minha primeira e querida maestrina Liara que sem ela eu jamais conheceria e participaria do evento, na verdade sem ela eu jamais cantaria qualquer coisa!
Os concertos foram bastante impressionantes, está certo de que sou um tanto leiga no assunto, mas os participantes se mostraram bem centrados naquilo que foram fazer. As noites que mais me chamaram a atenção foi a do "Concerto das Nações", com músicas de 8 países representados, já era de se esperar que com 31 países participantes, ouvesse um espetáculo desse caracter, pena que foi mostrado apenas uma pequena parcela diante de tantas tradições contidas ali. Apreciei as 17 harpas que me agraciaram com "Terezinha de Jesus", "Cristo Alegria dos Homens" entre outros. A Banda Sinfônica foi muito divertida e trouxe algo que eu não havia visto até então: um xilofonista como solista. E o que falar de uma chinesinha de apenas 11 anos que com seu sorrisinho meigo e postura confiante fez o teatro lotar, e fez 6 pessoas entrarem pela entrada dos músicos, pois os ingressos estavam esgotados, essa foi Sophia Chan. Mas o que eu mais gostei foi a sensação de cantar em dois concertos diante de tanta gente, não pelo glamour, mas por fazer minha parte e me sentir útil ajudando um grupo que já era bom por sí só.
Preparem-se pois em 2012 lá vamos nós de novo!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
FEMUSC 2011
Boa Noite Amigos!
A abertura do FEMUSC (Festival de Musica de Santa Catarina) 2011 neste dia 20 de janeiro de 2011, não poderia passar em branco, por isso mesmo que dedico este post àquele que é o maior festival de música erudita das Américas e acontece aqui pertinho em Jaragua's City!
Em sua sexta edição o evento reúne o glamour e a delicadeza de instrumentistas do mundo todo com o aprendizado mediante a atividades culturais abertas ao público, já que se trata de um festival-escola não competitivo.
Além das já mencionadas atividades, e das apresentações espalhadas pela cidade, vale a pena lembrar que todas as 15 noites são agraciadas com concertos de diferentes modalidades (cordas, orquestras, sopro, coral) no teatro da SCAR, (que é bem maior que o Juarez Machado) a partir das 20:30, e o preço? Grátis! Isso que eu chamo de unir cultura com acessibilidade.
O evento tem como principal mentor e idealizador o maestro Alex Klein, que tem a pequena ambição de formar nas próximas edições do evento, um coral com nada menos de 700 vozes (quero ver reger toda essa multidão).
Uma das surpresas desse ano é a pequena Sophia Chan, uma chinesinha de apenas 11 anos que arrasa no violino, está até entre os melhores do mundo!
Eu fui no ano passado como coralista, assim como o Alexandre, a Amanda e o Jonathan (turminha do barulho) e aproveitando para compartilhar a experiência, queria registrar que conheci pessoas de várias partes do mundo (Argentina, EUA, Canadá) e todas nos trataram muito bem mesmo sendo difícil de nos entendermos às vezes, tínhamos em comum o amor ou pelo menos o respeito a música! Pretendo ir esse ano também representando o coral da UDESC, junto com a Laís Perini, e o Luís Gustavo "Nuno" Carreta, tenho grandes expectativas, e quando voltar do evento provavelmente escreverei algo mais sobre ele.
Quem tiver curiosidade, participe!
A abertura do FEMUSC (Festival de Musica de Santa Catarina) 2011 neste dia 20 de janeiro de 2011, não poderia passar em branco, por isso mesmo que dedico este post àquele que é o maior festival de música erudita das Américas e acontece aqui pertinho em Jaragua's City!
Em sua sexta edição o evento reúne o glamour e a delicadeza de instrumentistas do mundo todo com o aprendizado mediante a atividades culturais abertas ao público, já que se trata de um festival-escola não competitivo.
Além das já mencionadas atividades, e das apresentações espalhadas pela cidade, vale a pena lembrar que todas as 15 noites são agraciadas com concertos de diferentes modalidades (cordas, orquestras, sopro, coral) no teatro da SCAR, (que é bem maior que o Juarez Machado) a partir das 20:30, e o preço? Grátis! Isso que eu chamo de unir cultura com acessibilidade.
O evento tem como principal mentor e idealizador o maestro Alex Klein, que tem a pequena ambição de formar nas próximas edições do evento, um coral com nada menos de 700 vozes (quero ver reger toda essa multidão).
Uma das surpresas desse ano é a pequena Sophia Chan, uma chinesinha de apenas 11 anos que arrasa no violino, está até entre os melhores do mundo!
Eu fui no ano passado como coralista, assim como o Alexandre, a Amanda e o Jonathan (turminha do barulho) e aproveitando para compartilhar a experiência, queria registrar que conheci pessoas de várias partes do mundo (Argentina, EUA, Canadá) e todas nos trataram muito bem mesmo sendo difícil de nos entendermos às vezes, tínhamos em comum o amor ou pelo menos o respeito a música! Pretendo ir esse ano também representando o coral da UDESC, junto com a Laís Perini, e o Luís Gustavo "Nuno" Carreta, tenho grandes expectativas, e quando voltar do evento provavelmente escreverei algo mais sobre ele.
Quem tiver curiosidade, participe!
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